A importância da participação do Radialista

28/09/2019

Nas últimas semanas visitamos as maiores empresas do Rio, e conversamos com inúmeros trabalhadores. Temos o prazer de receber muitos deles como sócios, mas é triste saber que vários outros ficam na indecisão e acabam não procurando o sindicato quando não somos nós que tomamos a iniciativa. Se você é uma dessas pessoas, separamos 10 fatos que vão te vão te ajudar:

1) Sindicato x Empresas

É fundamental que todo trabalhador em Rádio e TV do RJ saiba que 100% do sustento do seu Sindicato vem da contribuição voluntária e consciente de trabalhadores como você. Por isso defendemos os profissionais, não “combatendo as empresas” mas pressionando para que elas respeitem e valorizem o seu trabalho. É do nosso interesse que o setor de Rádio e TV cresça, supere suas crises e gere mais empregos de qualidade para que todos tenham melhores condições de vida.

2) Diretoria Voluntária

Os membros da Diretoria eleita também são trabalhadores em empresas de Rádio e TV assim como você, e a grande maioria continua na ativa normalmente. Todos são sócios do sindicato sem nenhum privilégio, e contribuem mensalmente com 1% dos seus salários para a nossa instituição como sempre fizeram todos os sócios. Também é bom saber que a Diretoria muda a cada 3 anos, portanto, se você teve uma experiência ruim com o Sindicato no passado, saiba que a atual gestão é totalmente diferente, e a próxima pode ser ainda melhor se você participar mais daqui pra frente.

3) Administração Transparente

Todas as contribuições financeiras (desde doações pontuais até, principalmente, a mensalidade dos sócios), são totalmente investidas nos serviços prestados aos trabalhadores do Rádio e da TV. Todos esses investimentos que são administrados pela Diretoria possuem prestação de contas constante e totalmente transparente, publicada sempre mediante a aprovação de todos os sócios que tiverem interesse em verificá-las, de acordo com nosso estatuto.

4) Equipe Especializada

Desde a reestruturação financeira da atual gestão, o SinRadTv-RJ possui apenas 8 funcionários, trabalhando de forma integrada entre os setores de secretaria, comunicação e jurídico (que concentra a maior demanda). Todos são profissionais especializados, contratados de forma imparcial, nos valores mínimos de mercado, e que atuam nas condições mais adversas para apoiar a nossa categoria.

5) Demandas da Categoria

Este trabalho diário envolve tarefas como: a verificação de denúncias, investigação de provas, comunicação constante, dúvidas, informações, registros, emissão de documentos, produção de conteúdos educativos e de notícias, criação e manutenção de plataformas, bancos de dados, pesquisas de indicadores econômicos, negociações constantes com as mais de 60 empresas do setor, com as diversas instituições patronais, e o atendimento virtual e presencial de aproximadamente 10 mil radialistas.

6) Atuação Jurídica

Na justiça, nossa equipe administra 63 ações coletivas em curso atualmente. Cada uma delas representando um grupo de trabalhadores (seja de 30, 300, e até 3000 pessoas) que sofreram algum tipo de abuso e ainda não receberam compensação. Sem falar em todos aqueles que estão sendo explorados nesse exato momento, e todos os outros que ainda não denunciaram abusos com os quais convivem ou conviveram. As ações individuais em curso são centenas; as que já vencemos, milhares.

7) Negociações Coletivas

Anualmente, negociamos com representantes de todas as empresas dos setores de Rádio, TV aberta e TV por assinatura do estado, defendendo e conquistando uma série de benefícios para a categoria que passam a ser obrigação da empresa graças a essas negociações. Além disso, também pressionamos constantemente o poder público em defesa dos direitos trabalhistas no âmbito legislativo. A maioria dos radialistas nem sabe, mas o nosso trabalho faz a diferença no seu bolso e na sua saúde todos os dias: desde o valor dos salários, reajustes, auxílios, horas extras e afins, até as condições mínimas de trabalho, segurança e descanso que todos devem ter. Boa parte do que você já recebe, mesmo que não saiba, é fruto dessa luta.

8) Otimização Administrativa

Nos últimos 2 anos, otimizamos todos os serviços oferecidos. De 2017 pra cá, a arrecadação caiu mais de 60%, principalmente pela precarização do trabalho e das leis trabalhistas; o aumento de demissões e terceirizações prejudicam o radialista, afastam do sindicato e dificultam a sua contribuição. Mesmo assim, seguimos vencendo mais de 90% dos processos, e reduzimos mais de 70% dos custos institucionais nos últimos 2 anos. Ainda por cima, ampliamos as parcerias externas e a rede de convênios e benefícios à disposição dos sócios e suas famílias: acesso a inúmeros produtos, serviços e descontos exclusivos nas mais diversas áreas (segurança familiar, saúde, cultura, esporte, educação, aperfeiçoamento profissional, lazer e muito mais).

9) Beneficiados x Colaboradores

Você já percebeu que o volume de trabalho e o impacto social que temos é muito maior do que o volume de recursos que recebemos. Pela lei, o Sindicato deve lutar por todos, mas infelizmente não são todos que contribuem. Muitas pessoas que colhem os frutos desse trabalho não contribuem de forma alguma. Alguns simplesmente não buscam informações, e por isso não se aproximam (afinal as empresas e a educação formal não costumam estimular a organização coletiva). Outros entram na onda das conspirações e, mesmo sem conhecer, pensam e falam mal de nós. Muita gente infelizmente se recusa a aceitar que o seu Sindicato sempre será um reflexo da sua própria atitude diante dele.

10) Gestão Participativa

O Sindicato é você. Somos todos nós. Por isso é preciso contribuir, não apenas financeiramente (apesar de ser importante), mas principalmente com apoio e participação. Acreditamos que todo sindicato precisa da mobilização e participação constante da sua categoria, por isso nossa maior aposta é você. Todas as nossas decisões são feitas em assembleia, e também investimos cada vez mais em canais de diálogo. Você pode fazer denúncias, tirar dúvidas, conversar conosco, sugerir novas ações e parcerias, tudo isso a qualquer momento; seja presencialmente na nossa sede no Centro do Rio de Janeiro, em horário comercial, seja pela internet (por e-mail, facebook, messenger ou whatsapp) onde recebemos mensagens 24h por dia.

11) Bônus! Faça essa experiência

Se você chegou até aqui, com certeza tem interesse em apoiar a luta pelos direitos da sua profissão. Então está esperando o quê para se associar? É só clicar aqui e em 3 minutos você faz o passo a passo. Você é livre para entrar e sair a qualquer momento, com a mesma facilidade. Faça essa experiência, seja sócio do seu Sindicato! Nós garantimos que você não vai se arrepender.

Encontro "Rádio: mercado em sintonia" está com inscrições abertas

23/08/2019

A ABERT está divulgando que estão abertas as inscrições para o encontro "Rádio: mercado em sintonia", que reunirá, no dia 25 de setembro, em São Paulo, anunciantes, agências de publicidade e representantes de emissoras de rádio de todo o país. As inscrições gratuitas podem ser feitas no site www.abert.org.br/web/inscricao. O evento é limitado aos primeiros 350 inscritos.

O encontro será realizado no Dia Nacional do Rádio. A relevância do Rádio como atividade econômica estará no foco do encontro, que apresentará indicadores, perspectivas e tendências do mercado para o rádio, além da força do meio na divulgação de peças publicitárias.

O encontro será no Teatro do Renaissance Hotel, das 14h às 18h, e conta com o apoio da Associação Brasileira de Anunciantes (ABA) e da Associação Brasileira de Agências de Publicidade (ABAP).

Dia do Rádio

O Dia Nacional do Rádio é comemorado oficialmente em 25 de setembro, em homenagem ao nascimento de Edgar Roquette-Pinto, considerado o pai da radiodifusão no Brasil. No Brasil, a primeira transmissão foi realizada no dia 7 de setembro de 1922, durante a inauguração da Exposição do Centenário da Independência. De acordo com Roquette-Pinto na época, a experiência não chamou atenção de muita gente.

"Creio que a causa principal foram os alto-falantes, instalados na exposição. Ouvindo discursos e músicas, reproduzidos no meio de um barulho infernal, era uma curiosidade, sem maiores consequências", afirmou Roquette-Pinto.

Em 1923, o próprio Roquette-Pinto criou a Rádio Sociedade do Rio de Janeiro, primeira estação de rádio brasileira. A emissora foi doada ao governo em 1936 e transformada na Rádio MEC, atualmente comandada pela EBC.

Levantamento da Triton Digital detalha o consumo de Podcasts no Brasil

23/08/2019

A Triton Digital, empresa internacional voltada ao setor de áudio digital, realizou um levantamento que mostra um mapa do consumo atual de podcasts no Brasil, dentro do ambiente auditado pela marca. Várias pesquisas apontam a relevância desse novo formato e como ele atua em sinergia com o mercado de rádio. Porém, todos esses dados de consumo ainda são majoritariamente sobre os mercados norte-americano e europeu. No levantamento feito pela Triton Digital, é possível aferir esse consumo no Brasil, já que a empresa cobre uma parcela considerável dos produtores de conteúdo nesta área.

Segundo o levantamento Podcast Metrics (PCM) da Triton Digital, 90,4% do consumo de podcast no Brasil vem de smartphones, contra apenas 6,2% de desktops e 3,4% para outros dispositivos. E parte do consumo está curiosamente concentrado em dispositivos do sistema operacional iOS (Apple/iPhone): 49% desse volume no Brasil é em aparelhos com este sistema operacional, contra 51% no Android.

O número chama a atenção pelo fato de o Android ter a maior concentração de smartphones ativos no Brasil (percentual que geralmente está cima dos 80%). Ou seja, o consumo de podcasts veio primeiro para usuários de iOS, tendência que já foi observada anteriormente em outros países, mas há a expectativa de que o Android avance e amplie de forma significativa os valores de consumo dessa plataforma no Brasil.

Em relação a localidade, segundo o Podcast Metrics (PCM) da Triton Digital, 89,2% do consumo dos podcasts brasileiros estão concentrados em território nacional, contra 3,6% de audiência originada nos Estados Unidos, 0,6% em Portugal e 6,6% em outros países.

Média de consumo e comportamento

O Podcast Metrics (PCM) da Triton Digital aponta que a duração média de um podcast no Brasil é de 29 minutos e a média de minutos de conteúdo baixado pelos usuários é de 20 minutos. E o número médio de download por ouvinte (por dia) é de 2,3. A medição considera o Triton Top 500 episódios, ou seja, é uma aferição de todos os podcasts que estão dentro da plataforma de medição da empresa.

Para se ter uma ideia, o episódio de podcast mais baixado no Brasil (e que está dentro do ambiente de aferição da Triton) conta com 54,9 mil downloads líquidos diários, sendo que esse podcast em si conta com uma duração de 51,32 minutos. E o segundo conta com mais de 51 mil downloads diários, tendo uma duração de 54 minutos. Para se ter uma ideia da grande variação, o terceiro podcast/episódio de maior audiência (acima de 43 mil downloads diários) conta apenas com 3,48 minutos (veja abaixo):


*Ranking dos episódios de podcasts de maior audiência no Brasil em julho de 2019 / A Triton não divulgou os nomes dos podcasts

O levantamento é referente a julho deste ano.

Inventário programático de Podcasts no Brasil

Uma forma de monetizar um podcast é através de publicidade programática, podendo ser disparada como pré-roll (anuncio no inicio do episódio), post-rolls, ou em intervalos programados (determinados) pelo gerador de conteúdo. Esse inventário fica disponível para agências digitais e anunciantes, processo que já está em curso no Brasil em streamings ao vivo (live, inclusive rádio) e podcasts.

Desses episódios de podcasts disponíveis para publicidade programática, a Triton Digital fez um levantamento da audiência e do volume de oportunidades para o mercado.

Tendo como fonte a Yield-Op Analytics da Triton Digital, de 14 a 20 de agosto deste ano, a audiência em usuários únicos nesse universo de podcasts com inventário programático foi de 488 mil, gerando 2,4 milhões de oportunidades para os compradores desse formato de mídia.

O conteúdo de publicidade em áudio programático é executado com base no perfil do ouvinte, com publicidade de interesse local (ou seja, pode ter variação na língua dependendo da localização da audiência). Com isso, segundo esse mesmo levantamento, 98,39% do inventário em publicidade programática foi em português, mas também houve disponibilidade em espanhol (1,53%), inglês (0,05%) e francês (0,04%), isso entre 14 a 20 de agosto.

E a plataforma utilizada para consumo de podcasts com mídia programática disponível não difere do comportamento da totalidade do consumo no Brasil, ou seja, 97,1% dessa audiência vem de smartphones, seguido por apenas 1,5% de desktop, 0,03% de caixas de som inteligentes (smart speakers) e 1,36% para outros dispositivos não identificados.

Formatos

Dentro da analise do inventário programático de podcasts, o levantamento da Triton Digital detalhou os formatos de episódios executados no Brasil. Temas relacionados com televisão dominam a audiência, com mais de 45%, seguido por noticias e política com valor próximo a 35%. O formato considerado talk rádio" aparece com mais de 15% desse consumo entre 14 e 20 de agosto de 2019. Veja a seguir:

ACAERT promove série de eventos

23/08/2019

O presidente da República, Jair Bolsonaro, recebeu na manhã de ontem durante café da manhã no Palácio do Planalto, em Brasília, a comitiva da Mídia Regional de Santa Catarina, composta por lideranças das entidades que representam os veículos de comunicação. O encontro faz parte de uma série de eventos promovidos pela ACAERT (Associação Catarinense de Emissoras de Rádio e Televisão), denominado Momento Brasil.

Participaram do encontro 50 lideranças das entidades que representam os veículos de comunicação de Santa Catarina, Paraná e Rio Grande do Sul. O objetivo foi, segundo Marcello Corrêa Petrelli, presidente da ACAERT, mostrar ao presidente o potencial da Mídia Regional nos três estados.

Foram convidados para o Momento Brasil desta quinta-feira representantes da Associação das Emissoras de Radiodifusão do Paraná - AERP e da AGERT (Associação Gaúcha de Emissoras de Rádio e Televisão. As entidades formam, em parceria com a ACAERT, o G-SUL e, juntas representam 875 emissoras de rádio e 46 emissoras de televisão.

O presidente da ACAERT foi porta-voz da comitiva. Em seu discurso, Marcello Petrelli lembrou que a Mídia Regional é defensora de suas cidades, lideranças e "todos aqueles que são agentes de progresso e desenvolvimento". Para ele, os programas locais de rádio e televisão, além dos jornais impressos, têm as maiores audiências nos municípios.

"Nosso público aprendeu a desconfiar da mídia mal-intencionada, porque temos um propósito: pensar e agir diferente. Em primeiro lugar está nossa comunidade, a nossa região, o nosso estado", explicou Petrelli. "Somos a ponte para construir um verdadeiro diálogo com a sociedade, pautado pela informação e no compromisso com os fatos e a verdade", completou.

Com informações da ACAERT

Manifestantes protestam contra o Congresso na Avenida Paulista Leia m

05/12/2016

SÃO PAULO — Milhares de manifestantes se reúnem na Avenida Paulista na tarde deste domingo num ato em defesa da Operação Lava-Jato e do pacote anticorrupção, desfigurado ao ser votado na Câmara. Os manifestantes estenderam na avenida uma grande faixa verde e amarela com os dizeres “Congresso corrupto”.

Dois bonecos gigantes, um do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e outro do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), ambos vestidos de presidiários, foram inflados. A avenida voltou a ficar verde-amarela e uma vaia coletiva foi feita para Renan e para o presidente da Câmara, Rodrigo Maia.

O presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), que virou réu na última quinta-feira no Supremo Tribunal Federal, é um dos principais alvos dos manifestantes. O aquecimento começou com gritos de “fora Renan”, puxado pelos integrantes do Vem pra Rua, e ganhou vozes na avenida: “Renan, cangaceiro, vergonha do Senado, topa tudo por dinheiro” e “Renan, safado, fora do Senado”.

Oliver José Rodrigues, de 71 anos, declarou "apoio irrestrito" ao juiz Sergio Moro, alvo de críticas à sua conduta na operação Lava-Jato. Para o aposentado, que participou de atos contra a presidente afastada Dilma Rousseff e o partido dela, o PT, "está tudo ruim" na política.

- Não temos ninguém que nos represente. Nem sei se seria bom afastar Temer (Michel Temer, presidente) agora. O essencial, neste momento, é cortar mordomias dos políticos no lugar de tirar o pão do povo. Por isso estou aqui: para pedir e melhorias na saúde e educação da população. É o básico - disse Oliver.

A mulher de Oliver, a dona de casa Neusa Gambera, de 69 anos, quer maior investigação entre políticos citados na Lava-Jato. Para isso, observa ela, "a equipe do juiz Sergio Moro" precisa de liberdade para agir.

- Estou aqui para apoiar o juiz Moro e também contra a corrupção. É isso que as pessoas têm que fazer: sair na rua e reclamar, porque se ficarmos em casa, nada melhora - afirma ela, para completar:

- Já protestei contra Dilma e o PT, e agora quero tirar todos os corruptos. É preciso maior investigação, e acho que Moro está agindo como a Lei manda.

Fabiano Bebeto, de 40 anos, é artesão e virou uma especie de celebridade na Avenida Paulista ao encarnar o juiz Sérgio Moro. Em sua terceira passeata contra a corrupção, ele conta que fez o "boneco de Olinda" para que as pessoas tenham oportunidade de estar próximas ao juiz.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/brasil/manifestantes-protestam-contra-congresso-na-avenida-paulista-20587278#ixzz4Rx2nGjvB
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Temer diz que Henrique Meirelles tem seu "total apoio"

05/12/2016

Anote aí: mais um planeta anão entrou para a lista dos que têm luas conhecidas. Com a ajuda inestimável do Telescópio Espacial Hubble, astrônomos encontraram um satélite natural ao redor de Makemake, o segundo planeta anão mais brilhante. O primeiro, claro, você conhece: Plutão.Makemake foi descoberto apenas em 2005 e ganhou o nome da deusa da criação dos Rapa Nui, povo nativo da Ilha de Páscoa, no Chile. Ele tem pouco menos de 1.400 km de diâmetro (contra 2.372 km de Plutão, medidos com exatidão pela sonda New Horizons) e, a exemplo de seu irmão maior, é um membro do cinturão de Kuiper, localizado além da órbita de Netuno.

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